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Teoria do Futebol

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Autor: Joana Maia. A diferença entre relva e pelado

"Jogar em campos de batatas ajudou-me.
As dificuldades por que passou em criança levaram-no a crescer mais depressa e a contornar limitações físicas. Um mundo bem diferente daquele que descobriu no FC Porto. Relacionadas Lucho e a... máquina de barbear "É preciso analisar o que se passou". Ainda não há fórmula para determinar como é que se transforma um jogador em potência num futebolista de renome internacional. Mas sem querer reacender qualquer disputa entre a formação numa escola e os talentos oriundos do futebol de rua, Lucho deu pistas numa entrevista concedida à revista francesa "So Foot". O argentino do FC Porto recuou aos tempos em que vestia a camisola do Huracán de manhã e jogava com os amigos à tarde. "Jogávamos em verdadeiros campos de batatas, éramos sempre muitos e, por vezes, isso obrigava a fazer duas equipas de 14 jogadores, para jogarmos num terreno mais pequeno do que um campo de futebol", contou. Mas o que é que isso ensinou a El Comandante? "Comecei a conhecer cedo o que eram os efeitos inesperados, quando a bola batia no chão, a evitar buracos e a jogar em pisos que prendiam a bola."

Esses países tipo Argentina ou Brasil, ao menos, tinham campos para jogar, cá era mais a rua, mesmo o cimento, o asfalto, o paralelo... Via-se com mais frequência as “peladas” de futebol, jogadas nas ruas mais tranquilas, de pouco movimento, em terrenos baldios, nas areias das praias, gramados de jardins públicos e até em algumas praças. Qualquer espaço público vazio e uma bola servem para a prática da pelada, também chamada de “racha”. É um jogo informal, sem normas muito rígidas, onde não se respeitam as regras do futebol. Vale tudo, menos colocar a mão na bola. Normalmente, não há guarda-redes. Nesse caso, as balizas são bem estreitas para dificultar o golo. Hoje em dia, vê-se pouco... Se é aplicável o código de trânsito, criança não pode ficar no meio da rua. Para não falar em que, a criminalidade em Portugal aumentou e que vivemos num mundo cada vez mais violento e individualizado. Por isso, a importância da formação no futebol... “O nosso sucesso não é uma coincidência e tem origem em muitas coisas: na estrutura do futebol, nas academias e na formação dos treinadores. Os clubes [espanhóis] estão empenhados na formação de jovens. Antes viajávamos para França, Rússia e Alemanha para procurar talentos nas suas academias”, referiu o selecionador espanhol ao site da Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF). Podemos falar até da Educação Física e Desporto, que não vai contar para a média final do secundário... Na vida escolar de cada aluno esta disciplina tem ou teve um significado diferente. Para alguns é um momento de lazer, diversão, descontração, para outros significa desporto, competição, prática física ou ainda caracteriza-se como um momento para relaxar, enfim, cada um tem um conceito sobre Educação Física e sua aplicação na escola. A Educação Física tem uma vantagem educacional que poucas disciplinas têm: o poder de adequação do conteúdo ao grupo social em que será trabalhada. Esse fato permite uma liberdade de trabalho, bem como uma liberdade de avaliação – do grupo e do indivíduo – por parte do professor, que pode ser bastante benéfica ao processo geral educacional do aluno.

Artigo enviado por Daniel Guimarães

A importância e influências no desenvolvimento psicomotor em crianças iniciantes na prática do Futebol


Autor: Daniel Guimarães


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Texto de opinião enviado por Filipe Roke

Manchester United 1 X Real Madrid 2 


Foi, sem dúvida, um dos mais belos jogos que há memória pela sua riqueza tática e pelas jogadas de elevada qualidade futebolística mas também por algo mais importante que atualmente  é desprezado: Amor pelo futebol. 


Manchester United perdeu, bem ou mal não é essa a questão, mas sim o fato de que os seus adeptos e clube vivem o futebol de uma forma extra-terrestre. O que se viu, não se vê no resto do mundo.


Desde que se soube que Real e MU se iriam defrontar, os devil's, em vez de tristeza ou irritabilidade de receber uns dos mais poderosas equipas da Champion League, ficaram contentes por receberem esse grande clube como o é, o Real Madrid e o fato de um dos seus filhos, Cristiano Ronaldo, voltar  à sua casa. 

Muitos elogios fizeram ao rapaz juntos com mostras de afeto. Falaram do clube adversário com respeito e orgulho. Antes e durante o jogo ouviram-se aplausos e cânticos a Cristiano Ronaldo e... imaginem só... que até houve cânticos para José Mourinho! Alguém acredita que no Camp Nou ou no Vicente Calderón pudessem fazer o mesmo? Ainda para mais numa eliminatória da Champion League?  O orgulho de ver as estrelas do desporto rei. Isso é amor ao futebol.


Amar o futebol é gostar deste, quer entre ou não o golo. Vejamos este paradigma.


Como seria se o Real Madrid perdesse esta eliminatória? 


Imaginemos: Depois da derrota, haveria contestação dos fans com apupos aos seus  jogadores e treinador, jornais falariam de crise de ideais dos jogadores e do treinador. Seria questionada toda a época indicando que o Real Madrid poderia não conseguir ganhar qualquer troféu. Jogando assim, Mourinho estaria de saída assegurada do clube e até já se saberia quem iria ocupar o cargo. E por último o Clube sairia com menor prestigio mostrando ser um clube com demasiado prestígio para o futebol praticado.  Onde está o amor ao futebol?


E como foi com o Manchester United?

 

Infelizmente perdeu. No entanto, ficou a sensação que o clube continua com grande prestígio sendo para muitos, cada vez mais, o clube número um pelo respeito e admiração que demonstraram ao longo do jogo pela equipa adversária. Dignificaram o jogo, mesmo tendo sido prejudicados claramente e lutaram em inferioridade numérica mostrando como se joga futebol. 

No final do jogo, ficou-se seguro que Alex Ferguson para o ano será mais um vez o treinador da equipa, não será questionado o risco de ficarem sem troféus esta época e não existirá crise no clube pela derrota. Os seus adeptos ficaram do lado dos seus jogadores e treinador. Simplesmente foi um jogo de futebol onde um clube perdeu e outro ganhou. 


Será assim tão difícil de entender isso? 


É óbvio que o viver futebol como na Inglaterra se identifica mais com o verdadeiro amor pelo desporto. Amar o futebol é ter prazer de jogar e não só prazer em ganhar. 

Infelizmente quem anda no futebol, por vezes, anda pelo amor próprio, por sede de protagonismos mediático nascendo Mourinhistas e Jorges Mendistas em todo os cantos, pois estar no futebol é moda e fica-se com uma certa vaidade ou estatuto, até aparecem nos jornais! 


É triste constatar que Manchester United só há um e a Premier League só mesmo na Inglaterra. 

No entanto, espero que este texto desperte consciências e que se evite que tanto mediatismo  mate este lindo desporto como atuamente está a acontecer e  que regressemos outra vez ao futebol da paixão e pelo prazer de jogar sem estar a pensar nos milhões ou mulherões...