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Polonia 0 - 0 Portugal

Posted by Valter Correia on March 2, 2012 at 8:45 AM


       Momento Ofensivo

       O ataque da Polónia surgiu quase sempre através de contra-ataques ou ataques rápidos durante o primeiro tempo, com mais ataques posicionais no segundo. Os extremos do ataque foram sempre bastante explorados em ataque rápido ou posicional com cruzamentos para a área . No contra-ataque, geralmente com o corredor central como espaço explorado, a direção foi a baliza. Surgiram boas oportunidades com os dois métodos ofensivos. A finalização parte de remates com o pé.

 

       Momento Defensivo

       Com a última linha de marcação com jogadores recuados, a pressão apresentou-se não muito forte, com a equipa a procurar fechar espaços ao invés de recuperar a posse de bola no frente-a-frente com o adversário. Ainda assim, a tentativa de desarme aumenta em zonas mais próximas da baliza. O tipo de pressão é vertical e a zona é geralmente no setor mediano.

 

       Transição Ofensiva

       Sem envolver grande técnica, a Polónia procurou chegar rapidamente à baliza do adversário, seja por ataques rápidos ou contra-ataques. Sem muitas combinações ou com atrasos para trás, excepto na construção nos extremos, a bola corria sempre com fluidez. Os passes para os extremos ou para colegas de equipa são quase sempre diretos. O tipo de passe e a dinâmica ofensiva não alteraram na segunda parte, com exploração dos pontos extremos do ataque. Alguns passes longos surgiram também a partir da defesa, mas a maior parte do jogo é com bola corrida pelo chão


       Transição Defensiva

       Forma a Penúltima linha com bastantes jogadores. Geralmente a equipa procura as posições do 5-3-2 quando o pressing é baixo, pressiona com um jogador e com dois a fechar linhas se o pressing for alto. Não demora muito a recuar no terreno, pois não desce mais do que o meio campo defensivo.

 



 


 

       Momento Ofensivo

       A dinâmica ofensiva baseou-se quase sempre nas costas da defesa ou em confronto direto para o cruzamento ou remate respetivamente. Hugo Almeida não jogou como um homem alvo para o golo. O tipo de finalização partiu várias vezes pelos pés de Nani com penetrações e dribles no flanco direito com remate pelo chão ou com cruzamentos por qualquer um dos flancos.

 

       Momento Defensivo

       A equipa pressionou no setor médio, que, tal como o adversário, não procurou o desarme duro. Na segunda parte, as linhas desceram um pouco mas mantiveram-se com a mesma pressão e com desarme fraco, permitindo iniciativa por parte do adversário

 

       Transição Ofensiva

       O meio campo com triângulo em base alta procurou sempre lançar os extremos ao ataque, seja pelos vértices mais avançados para os extremos ou com Miguel Veloso ou os defesas com o passe longo e jogo direto por parte dos defesas. A construção do ataque é lenta e organizada, bastante dinâmica, tanto com penetrações, combinações e cruzamentos. Devido à pressão vertical do adversário, frequentemente trocaram a bola de flanco pelo chão, procurando desorganizar a equipa adversária. Outro método ofensivo partiu do jogo extremamente largo, junto às linhas laterais, mas com pouca eficácia, com mais eficácia com o jogo pouco largo nos extremos.

 

 

       Transição Defensiva

       Como sucedeu com a equipa adversária, fechar espaços ao invés de recuperar a posse de bola foi o objetivo de primeiro plano. A equipa concentra-se no meio campo, com desarme suave e com pressão algo forte.


Categories: Observacao e análise

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