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FC Porto 1 - 2 Manchester City

Posted by Valter Correia on February 16, 2012 at 7:40 PM


       Na primeira parte, o FC Porto manteve a iniciativa do jogo. O primeiro golo nasce por um método ofensivo natural do modelo de jogo da equipa portuguesa, com um ataque rápido pelo lado esquerdo. Na segunda parte, o City subiu no terreno, mas não impediu a iniciativa da equipa azul e branca, embora com menos ritmo e com menos oportunidades criadas


       Momento Ofensivo

 

       Na primeira parte, passes para as costas dentro do centro do jogo criava bastantes combinações no flanco esquerdo, que partiam depois para cruzamento para a área. Isto aconteceu quando Álvaro subia e a apoiava. Caso contrário, James controlava a bola, assumindo a responsabilidade para fazê-la chegar perto da baliza. No flanco direito, a bola foi pouco trabalhada. Na segunda parte, o ataque do FC Porto variou mais de flanco, mas não manteve a eficácia registada no primeiro tempo.


       Momento Defensivo

 

       A pressão manteve-se forte e bastante longe da baliza, especialmente até ao golo da equipa. Um dos avançados perseguia o portador da bola durante a saída d jogo do adversário, impedindo o tempo para a organização da equipa adversária e forçando a movimentação da bola enquanto a equipa se organiza.


       Transição Defensiva

 

       Os corredores são rapidamente fechados pelos laterais e pelos alas. As linhas são aproximadas e um dos avançados pressiona fortemente o corredor central. A pressão forte é rápida e a equipa desce um pouco em bloco.


       Transição Ofensiva

 

       A reação é rápida e a equipa sobe em bloco para pressionar. A bola é trocada rapidamente entre setores, com trocas de bola entre linhas e flancos, procurando um dos extremos para cruzar. Na segunda parte, variou muito entre jogo largo e profundo.




 

 


       O Manchester City manteve uma postura defensiva durante o jogo. Na primeira parte, manteve-se a defender perto da baliza, subindo um pouco na segunda parte. David Silva joga omo organizador de jogo e Yaya Touré como médio-centro.


       Momento ofensivo

 

       Na primeira parte, este momento não existiu vezes suficientes para considerar que uma equipa jogou ao ataque e à defesa, mas sempre que surgiu causou  perigo para a equipa da casa. Na segunda parte, foram mais efetivos. O ataque é posicional e bastante largo, ao contrário da primeira parte que é bastante rápido e profundo.


       Momento defensivo

 

       No primeiro tempo, a equipa defendeu em bloco baixo, com as linhas muito juntas e bastantes jogadores atrás da linha da bola. A defesa em bloco horizontal subiu um pouco no segundo tempo, permitindo transições ofensivas mais rápidas e pressão mais forte em zonas mais longe da baliza. Qualquer jogador na linha ofensiva raramente pressionou muito a defesa da equipa contrária.


       Transição defensiva

 

       Com pouca liberdade para a movimentação dos jogadores, a transição defensiva não envolveu muita estratégia e movimento, assegurando uma transição rápida. No segundo tempo, om a equipa mais pressionante, alguns jogadores desceram no terreno por diversas vezes.


       Transição Ofensiva

 

       David Silva apoiou bastante na primeira parte como organizador de jogo durante a transição. Balotelli ficou sozinho a atacar em profundidade. O contra-ataque manteve-se com poucos jogadores, quase sempre progredindo no mesmo corredor. Na segunda parte, com a equipa subida, surgem combinações para levar a bola até ao ataque. O ritmo de movimentação dos jogadores manteve-se baixo durante toda a partida


       Treinador de Bancada


       Este ano, o Manchester City apresenta-se extremamente forte. O setor chave da equipa é o ataque, com jogadores como Kun Aguero, Dzeko, David Silva, Carlos Tevez, Balotelli e Nasri. Ao ouvir os jornalistas da televisão e outros treinadores de bancada, qualquer um que acompanhe estas duas equipas sabe que o resultado tende mais para os ingleses que os portugueses, que é uma pena. O Futebol Clube do Porto não jogou muito mal, e até entrou decidido a vencer a partida. A primeira parte foi inteiramente da equipa azul e branca, com um ritmo de jogo bastante elevado. O auto-golo de Álvaro, até então em bom plano, causou uma quebra da equipa. Quanto aos ingleses, apresentaram uma equipa defensiva, mesmo com Yaya Touré a médio centro, devido às suas qualidades defensivas e organizadoras, tanto para defender bem como apoiar o ataque. Uma equipa bastante física por acaso. Resta esperar pela segunda mão e boa sorte para os visitantes da segunda jornada.


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Categories: Observacao e análise

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